QUEM SOMOS

Somos um grupo de cristãos que crê no Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. Somos também de origens diferentes e com histórias diversas. No entanto, temos algo em comum, fomos movidos pelo facto de que Deus nos amou ao ponto de enviar o Seu Filho Jesus Cristo para morrer na cruz pelos nossos pecados.

Cremos em nosso Senhor Jesus Cristo, o qual conciliou e religou o que estava separado, isto é, o Homem com Deus Pai (1 Timóteo 2:5,6). Por isso a nossa fé não se baseia nas tradições humanas, mas nas Palavras de Jesus Cristo, tais como se encontram exaradas na Bíblia Sagrada, a única regra de fé espiritual em que fazemos pautar toda a nossa meditação e conduta de vida.

Desenvolvemos o estudo da Bíblia tendo como objectivo partilhar com os outros as boas novas de Jesus Cristo de uma forma simples, actual e compreensível.

Em Vila Nova de Gaia, Freguesia da Madalena, temos um espaço aberto para que todos possam conhecer Deus.

Visite-nos!

terça-feira, 25 de abril de 2017

PERDÃO


O perdão é das coisas mais libertadoras que alguém pode fazer.


A falta de perdão é como uma pedra sobre alguém, que a empurra para o fundo.

Se Deus perdoou os nossos pecados e se nós queremos agradar a Deus, que motivos podemos ter para não perdoar alguém?

Se nós perdoarmos, receberemos perdão; essa é uma verdade que nos deve motivar. Se realmente compreendemos o que Jesus fez na cruz, o perdão deve fluir no nosso coração.


Perdão na Bíblia:

Porque tu, Senhor, és bom e perdoas; e acolhes com misericórdia todos os que te invocam. 
Salmos 86:5

Pedro aproximou-se então de Jesus e fez-lhe esta pergunta: «Senhor, quantas vezes devo perdoar ao meu irmão, se ele continuar a ofender-me? Até sete vezes?» Jesus respondeu: «Não até sete, mas até setenta vezes sete!
[Mateus 18:21-22. – a Bíblia para todos]

Mas quando estiverem a orar, se tiverem razão de queixa contra alguém perdoem-lhe, para que o vosso Pai do Céu vos perdoe também os vossos pecados
[Marcos 11:25-26 – a Bíblia para todos]

Tenham cuidado! Se o teu irmão pecar, repreende-o. E se ele se arrepender, perdoa-lhe. Se ele pecar contra ti sete vezes no dia, e outras tantas for ter contigo para te dizer que está arrependido, deves perdoar-lhe.»
[Lucas 17:3-4 – a Bíblia para todos]

Ajudem-se uns aos outros, e se alguém tiver alguma razão de queixa contra outro, deve perdoar-lhe. Assim como o Senhor vos perdoou, também se devem perdoar uns aos outros.
[Colossenses 3:13 – a Bíblia para todos]


REUNIÃO CONJUNTA

Reunião conjunta de quatro Igrejas de Vila Nova de Gaia:
Oliveira do Douro,
Madalena, Brito e Gulpilhares


Querendo o nosso Bom DEUS, realizar-se-á no próximo Domingo, 30 de Abril, a segunda reunião conjunta do ano de 2017, das quatro Igrejas Evangélicas: Oliveira do Douro, Madalena, Brito e Gulpilhares.

Local:
IGREJA EVANGELICA DE BRITO
Travessa Márcia Caldeira, 57 R/C - (Brito – Praia da Granja)
4405-369 S. Félix da Marinha
Vila Nova de Gaia

Horário:
9:30 às 10:00 Santa Ceia
10:00 às 11:30 Louvor e Pregação


"Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do SENHOR!" (Salmos 122:1)

quinta-feira, 13 de abril de 2017

A PÁSCOA



Mesmo sendo uma festa ou uma comemoração muito popular, a Páscoa ainda deixa muitas pessoas em dúvida. Muitos não sabem qual a sua origem bem como não compreendem o seu significado. E com o forte apelo do comércio, as pessoas as pessoas ficam ainda mais confundidas. É comum ouvirmos pessoas dizer que a Páscoa é a festa dos ovos ou dos coelhinhos de chocolate, ou apenas mais um feriado religioso.

Mas a Páscoa é bem mais do que isso, e tem a sua origem em tempos bem remotos, tem a sua origem no povo de Israel que viveu escravizado no Egipto. A Bíblia diz que Deus ouviu a oração do povo de Israel que vivia oprimido: “… Os filhos de Israel, contudo, continuaram a lamentar-se e a queixar-se da sua escravidão. Então Deus escutou os seus lamentos e atendeu às suas queixas, lembrando-se da aliança que tinha feito com Abraão, Isaac e Jacob.” ([BTT] Êxodo 2. 23-24).

Deus então decidiu libertá-los e para isso convocou Moisés para liderar essa empreitada.

No entanto Faraó, o Rei do Egipto, não quis deixar o povo de Israel sair em liberdade, e por essa razão, Deus enviou inicialmente nove pragas, e mesmo sendo castigado por essas pragas, Faraó continuou a recusar deixar o povo de Israel sair em liberdade. Foi então que Deus lançou uma décima praga. Essa praga visou matar os primogénitos em toda a terra do Egipto. Só não morreriam nas casas que cumprissem algumas ordens dadas por Deus.
Dentre as várias exigências de Deus, a principal era separar um cordeiro de um ano e sem defeito (Êxodo 12. 3, 5), e esse cordeiro deveria ser morto num dia determinado e o seu sangue passado nas ombreiras e vergas das portas (Êxodo 12. 3, 5). E quando Deus viesse para matar os primogénitos, vendo o sangue, não mataria ninguém daquela casa. Onde não tivesse o sangue do cordeiro, o primogénito morreria. Aquele sangue (e a obediência à voz de Deus, é claro) era a garantia de vida e libertação daquelas pessoas.
A décima praga é lançada e os primogénitos do Egito morrem, inclusive o filho do Faraó. Este, então, deixa o povo ir em liberdade.

É esta a primeira Páscoa, é este o início da Páscoa. O povo foi libertado da escravidão pela mão poderosa de Deus.

A formalidade da primeira Páscoa, que é descrita em Êxodo 12.1-20, deveria, então, a partir daquele momento, ser observada todos os anos pelas gerações seguintes. Em Êxodo 12:26-28, está a descrição da explicação que deveria ser dada quando os descendentes do povo de Israel, questionassem acerca daqueles rituais simbólicos feitos na Páscoa. - “Respondereis: É o sacrifício da Páscoa ao SENHOR, que passou por cima das casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu os egípcios e livrou as nossas casas” (Êxodo 12. 27).

Essa comemoração chegou até os tempos de Jesus Cristo, que lhe deu um significado ainda mais marcante e profundo.

Após Jesus, a Páscoa mudou na sua forma e no seu conteúdo, mas não no seu significado.
Jesus, através de Seu sangue, libertou-nos da escravidão do pecado. E esse sangue foi derramado na Sua morte lá na cruz em sacrifício. Jesus é como aquele cordeiro que deu o seu sangue para que aquele povo, que vivia como escravo, vivesse e fosse totalmente livre. Pelo sangue de Jesus vivemos a liberdade. Ele foi o sacrifício que nos trouxe vida e libertação da condenação e da escravidão do pecado.

A Páscoa cristã comemora, então, o sacrifício e a ressurreição de Jesus Cristo.
Jesus é o nosso Cordeiro pascal (1 Coríntios 5:7).

Ele proporcionou-nos a liberdade através de Seu sangue e da Sua vitória na cruz.
Por isso esta é uma acção, uma obra a ser lembrada todos os dias e não somente no período a que chamam “tempo de Páscoa”. Ovos e coelhos de chocolate, festas e feriado, tudo isso pode até ter o seu lugar. Mas essas coisas não devem ocupar o lugar do verdadeiro propósito da nossa comemoração!

Celebremos Jesus!
Celebremos a libertação e a salvação!

Celebremos a Páscoa continuamente!



sexta-feira, 7 de abril de 2017

PÁSCOA 2017



Caros irmãos!

Mais do que nunca, precisamos de momentos de recolhimento junta da cruz. 

O nosso desafio é que se juntem a nós no próximo dia 14 de Abril (sexta-feira Santa) e, durante 3 horas (das 12 às 15), possamos conjuntamente escutar, refletir e meditar mos sete pronunciamentos feitos pelo Nosso Rei, naquele momento que mudou o curso da nossa História.

Á semelhança dos anos anteriores, serviremos um almoço bufett pelo preço de 5 euros. Quem ficar para almoçar terá de se inscrever previamente para o número 934257754.

Vosso conservo

Eliseu Alves


sábado, 4 de março de 2017

JESUS CRISTO versus RELIGIÃO


E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos. (Atos 4:12)
Em certas épocas do ano, deparamo-nos com muitas celebrações de carácter religioso. Achamos que o homem natural quer ser religioso. Ele, muitas vezes, faz muitas coisas piedosas na esperança de estar a realizar um ato de adoração e serviço ao Senhor. Mas Deus na Sua Palavra ensina-nos que a religião não é a salvação! A Bíblia ensina que podemos ser muito religiosos e ainda assim não entrar no céu.
O texto Bíblico diz-nos que não há salvação em nenhum outro nome além do nome do Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus. O texto diz que não há nenhum outro nome dado debaixo do céu pelo qual possamos ser salvos. Ou somos salvos por Jesus Cristo, ou não somos salvos! Quão claro e conciso é o nosso texto! Não deve haver confusão nem contradição. Sim, há muitos nomes sob o céu que podemos encontrar na religião, mas a salvação pode ser encontrada em um só, e esse é o nome do Senhor Jesus Cristo.
Infelizmente, muitos, acham que há salvação em profetas, apóstolos, padres, pastores, ministros, líderes religiosos ou qualquer outro, mas somente em Jesus Cristo. Podemos vangloriar-nos nos edifícios da igreja, no grande número de membros, ser activos na obra religiosa, fazer caridade, mas todos estes são incapazes de produzir a vida eterna! As pessoas ficam muito satisfeitas por serem chamadas “cristãos”, mas recusam-se a aceitar nos seus corações o Senhorio do Cristo da Bíblia! Vejamos agora 12 diferenças inequívocas entre a religião feita pelo homem e a salvação dada por Deus -

1. Religião é a tentativa do homem para reformar a sua velha natureza pecaminosa.
A salvação é a obra de Deus para transformar a velha natureza pecaminosa do homem numa nova natureza (II Pedro 1:4).

2. A religião veste-nos com as vestes da nossa própria justiça (Isaías 64:6; Romanos 10:3).
A salvação veste-nos com a perfeita justiça de Deus que está em Cristo Jesus (II Coríntios 5:21; Filipenses 3:9).

3. Religião é, pertenças grandes coisas que o homem faz para Deus (Lucas 18:10-14).
A salvação é, grandes coisas que Deus tem feito para o homem (Salmos 126:3 cf. Marcos 5:19..

4. Religião é o oferecimento da obra imperfeita do homem para que Deus o aceite (ver Caim em Génesis 4)
Salvação é o oferecimento da obra perfeita de Deus para o homem que O aceitar (Salmos 111:2-3).

5. Religião depende do trabalho do homem.
A salvação depende da fé do homem (Romanos 4:5).

6. A religião diz que devemos fazer o nosso melhor.
A salvação diz que devemos receber o melhor de Deus (Romanos 6:23, João 1:12).

7. A religião confia na suficiência do homem.
A salvação depende da suficiência de Deus (II Coríntios. 3:5).

8. A religião confia num sacrifício, repetitivo sem fim, de um sacerdote terreno.
A salvação confia num completo e perfeito sacrifício feito uma vez por todas, , Sacerdote eterno, Jesus Cristo (Hebreus 10:10-12).

9. A religião está firmemente fundada sobre as tradições dos homens.
A salvação está firmemente baseada na Palavra do Senhor (Gálatas 1:13-14; Marcos 7:8-9).

10. A religião está frequentemente preocupada com o que agrada aos homens.
A salvação por meio da pregação do Evangelho agrada a Deus (I Coríntios 1:21 – I Tessalonicenses 2:4)..

11. A religião diz que devemos acreditar na igreja para ser salvo.
A salvação diz que nós devemos crer no Senhor Jesus Cristo para ser salvos (Atos 15:11 – 16:31).

12. A religião está deseja e espera salvar no futuro.
A salvação é conhecer e estar seguro de que você já está salvo no presente (Efésios 2:8 – Tito 3:5a).

Uma vez mais lembremos o  texto de Atos 4:12. RELIGIÃO ou salvação? Meu amigo, qual é a tua situação? Já tens a salvação, tens a promessa da vida eterna com Deus para sempre. Essa é a promessa muito clara de Deus em I João 5:11-13. Se só tens religião, vais perder o céu e passar a eternidade longe de Deus, num lugar de tormento chamado inferno! Caro amigo não podes escapar da condenação do inferno, se negligenciares a salvação de Deus. Deus nunca prometeu que estaríamos vivos amanhã. Ele só garantiu hoje que é o dia oportuno e a possibilidade de salvação!


sábado, 18 de fevereiro de 2017

500 Anos da Reforma Luterana

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Para as igrejas oriundas do movimento iniciado com Martinho Lutero, a Reforma tem um grande significado, seja pela ótica histórica, seja, especialmente, por causa da Teologia. Afinal, a Reforma foi responsável por transformações determinantes do rumo da sociedade.