QUEM SOMOS

Somos um grupo de cristãos que crê no Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. Somos também de origens diferentes e com histórias diversas. No entanto, temos algo em comum, fomos movidos pelo facto de que Deus nos amou ao ponto de enviar o Seu Filho Jesus Cristo para morrer na cruz pelos nossos pecados.

Cremos em nosso Senhor Jesus Cristo, o qual conciliou e religou o que estava separado, isto é, o Homem com Deus Pai (1 Timóteo 2:5,6). Por isso a nossa fé não se baseia nas tradições humanas, mas nas Palavras de Jesus Cristo, tais como se encontram exaradas na Bíblia Sagrada, a única regra de fé espiritual em que fazemos pautar toda a nossa meditação e conduta de vida.

Desenvolvemos o estudo da Bíblia tendo como objectivo partilhar com os outros as boas novas de Jesus Cristo de uma forma simples, actual e compreensível.

Em Vila Nova de Gaia, Freguesia da Madalena, temos um espaço aberto para que todos possam conhecer Deus.

Visite-nos!

sábado, 9 de dezembro de 2017

O MAL NO MUNDO

Porque é que Deus permite que o mal aconteça?

Muitas vezes e muitas pessoas têm colocado esta questão.
Para começar, a Bíblia descreve Deus como sendo:
Santo [Isaías 6:3]
Justo [Salmo 7:11]
Reto [Deuteronómio 32:4]
E soberano [Daniel 4:17-25]

Estes atributos mostram-nos o seguinte sobre Deus:
Primeiro, Deus é capaz de prevenir o mal.
Segundo, Deus pretende eliminar o mal do mundo.

Então colocamos a questão de outra forma, se Deus tem o poder de prevenir o mal, e deseja fazê-lo, então por que não o faz?
Uma forma de olhar-mos para este dilema, talvez seja analisarmos algumas formas alternativas de como as pessoas gostariam que Deus conduzisse ou governasse o mundo.

Uma forma seria Deus mudar a personalidade ou o carácter de todas as pessoas para que não pudessem cometer maldade. Mas isso também significaria que não teríamos o livre arbítrio. Não seríamos capazes de escolher entre o certo e o errado porque seríamos "programados" apenas para agir correctamente. Então se Deus tivesse optado por esse caminho, não haveriam relações significativas entre Ele e a Sua criação.

Assim, Deus fez Adão e Eva inocentes mas com a possibilidade e a capacidade de escolher o bem ou o mal. Sendo assim, eles poderiam responder deliberadamente ao Seu amor e confiar nELE ou escolher a sua própria vontade. De facto, escolheram satisfazer a sua própria vontade.
E porque vivemos num mundo real onde podemos escolher as nossas ações mas não as suas consequências, o seu pecado afetou aqueles que vieram depois deles (nós).
De igual modo, as nossas escolhas de pecar têm impacto sobre nós e sobre aqueles que nos rodeiam.

Outra opção seria Deus agir em todos os lugares e a toda a hora, no controlo de todas as nossas ações, permitindo apenas que realizássemos as boas ações e não as más.
Então num mundo assim, não haveria a necessidade de valorizar as nossas ações, e como resultado, ninguém aprenderia a valorizar a integridade, a pureza, a honra, a responsabilidade ou o autocontrole.

Uma outra opção seria que Deus julgasse e removesse aqueles que escolhem cometer maus atos.
O problema com esta possibilidade é que não escaparia ninguém, pois Deus teria que remover a todos nós, pois todos pecamos e cometemos maus atos (Romanos 3:23; Eclesiastes 7:20, 1 João 1:8).
Embora algumas pessoas sejam mais perversas do que outras, onde é que Deus traçaria uma linha? Em última análise, todas as maldades ou perversidades causam danos a outras pessoas.

Assim em vez destas ou outras opções, Deus optou por criar um mundo "real" no qual as escolhas reais têm consequências reais. Neste nosso mundo real, as nossas ações afetam outras pessoas.
Porque Adão escolheu pecar, o mundo hoje vive sob uma maldição e todos nascemos com uma natureza pecaminosa (Romanos 5:12). Haverá um dia em que Deus julgará o pecado no mundo e renovará todas as coisas, mas ELE está propositalmente "a atrasar esse dia" a fim de permitir que as pessoas se arrependam e não tenham que ser julgadas por ELE (2 Pedro 3:9).

Entretanto ELE preocupa-se com o mal. Ao criar as leis do Antigo Testamento, ELE estabeleceu leis que desencorajassem e punissem o mal. ELE julgou as nações e os reis que desprezavam a justiça e buscavam o mal. Da mesma forma no Novo Testamento, Deus afirma que os governos têm a responsabilidade de prover a justiça a fim de proteger os inocentes do mal (Romanos 13). Ele promete também graves consequências aos que cometem atos maldosos, especialmente contra os "inocentes" (Marcos 9:36-42).

Resumindo, vivemos num mundo real onde as nossas boas e más acções têm consequências directas e indirectas sobre nós e sobre os que nos rodeiam. Deus deseja a nossa obediência para o nosso bem, para que “bem lhes fosse a eles e a seus filhos para sempre” (Deuteronómio 5:29). Em vez disso, o que acontece é que escolhemos o nosso próprio caminho e depois culpamos Deus por não agir relativamente a isso, tal é o coração do homem pecador.

Entretanto, JESUS veio para mudar os corações dos homens através do poder do Espírito Santo. Assim JESUS é capaz de agir a favor dos que desejam renunciar ao pecado e clamam a ELE para que os salve do pecado e das suas consequências (2 Coríntios 5:17).

Deus previne e restringe muitos ac
tos de maldade. Este mundo seria muito pior se o ELE não estivesse a restringir o mal. Ao mesmo tempo, Deus deu-nos a capacidade de escolher entre o bem e o mal, e quando escolhemos o mal, Ele permite que nós e os que nos rodeiam soframos as suas consequências. Ao invés de culpar e questionar Deus sobre os Seus motivos para não impedir todo o mal, deveríamos ocupar-nos com a proclamação da cura ao mal e suas consequências - JESUS CRISTO!


domingo, 26 de novembro de 2017

FÉ E RAZÃO


Não queiras entender para crer, crê para que possas entender. Se não crês, não entenderás. E desde que os homens deixaram de crer em Deus, não se nota que se tivessem tornado descrentes em tudo, mas sim que acreditam em tudo.


O maior trunfo do cristianismo é a realidade. Não fazemos parte de mais uma ideia optimista que nos distrai da realidade, mas a vemos como ela é, e apresentamos a solução para a grande contradição confusão humana.
Vivemos num mundo caótico, fruto de vãs filosofias. O homem tentou entender todas as coisas e encontrar um sistema, uma verdade universal, a partir de sua própria racionalidade. E falhou.

O resultado é que para conseguir viver dentro do seu desespero, o homem foi obrigado a crer em algo sem nenhuma razão, porque não consegue confiar a sua razão a algo que seus olhos não podem ver. O homem moderno percebeu que, se não há uma verdade universal, também não há esperança, mas foge desse facto de todas as formas possíveis.


O Apostolo Paulo já sabia disso há quase dois mil anos. A ressurreição de Cristo é a verdadeira confirmação de tudo o que ele pregou. Paulo diz na primeira carta aos Coríntios que “se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé… e ainda permaneceis nos vossos pecados. E também os que dormiram em Cristo estão perdidos.” (1 Coríntios 15:14-16). Porque se Cristo não ressuscitou, logo todo o processo bíblico falha.


“… o cristianismo não é romântico, é realista. O cristianismo é realista porque diz que se não há verdade, também não há esperança. E não pode haver verdade se não há base adequada. O cristianismo está preparado para enfrentar as consequências se for provado que não é verdadeiro e dizer com Paulo ‘Se for achado o corpo de Cristo a discussão está terminada; comamos e bebamos pois amanhã morreremos’. Não deixa espaço para uma resposta romântica.”¹


Outras filosofias e algumas religiões modernas tentam corrigir o mundo com esforço humano, ou então são românticos e tentam não ver a realidade decaída. Já o cristianismo “não olha para este mundo cansado e sobrecarregado e diz que tem alguns defeitos, está levemente amachucado e pode ser consertado facilmente. O cristianismo é realista e diz que o mundo está tomado pelo mal e que o homem é realmente culpado do início ao fim. O cristianismo recusa-se a dizer que podemos ter esperanças no futuro se basearmos a nossa esperança nas mostras de melhoras da humanidade”.¹


O cristianismo não vive em dualidade. Teólogos e filósofos contemporâneos dividem a fé da razão, e não as misturam, mas precisam das duas para viver. Então vivem ora no mundo racionalista, onde nada tem significado, porém sempre que necessário saltam para o mundo da fé, onde os seus conceitos morais e os seus significados estão guardados. Note-se que não necessariamente essa fé da qual o homem moderno se utiliza é crença em Deus, mas um lugar onde os seus conceitos que têm algum significado estão.


Para o cristianismo, a fé não está separada da razão. A Fé Cristã não é romantismo, mas sim a verdade e solução. O ser humano está morto, e nós sabemos que isso é resultado da sua revolta, que o separou do Deus vivo. Por isso o verdadeiro cristão não vive em contradição, nem em dicotomia, pois sabe em quem tem crido, e que a sua fé é racional (embora não seja racionalista). O ser humano recusa-se a querer viver onde o racionalismo o leva, a Verdade Divina. Prefere viver de forma onde conceitos como justiça ou integridade, não existem. É nesse o ponto que o homem moderno se encontra hoje em dia. O que é o amor senão algo subjectivo? O que é a fé, senão um salto para o escuro? O que é a justiça, senão algo indefinível e sem significado? Nada é absoluto para eles, nem mesmo conceitos inerentes ao ser humano.


Mas Cristo ressuscitou. Com mais de 500 testemunhas, e milhares de registos históricos. Ele morreu para nossa salvação, e ao viver nEle, não precisamos de mais nada. Ele dá sentido a nossa visão do mundo, e não precisamos viver uma vida dupla, pois todas as coisas convergem nEle. DEle e para Ele são todas as coisas.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

:-)

É com um grande prazer e um coração grato que vos convidamos a partilhar connosco a celebração do 60º aniversário da Igreja Evangélica na Madalena.
A celebração irá realizar-se no novo edifício, o qual gostaríamos que os estimados irmãos conhecessem. Nesta data tão significativa iremos realizar a inauguração pública do novo espaço.
Estão todos convidados no dia 25 de Novembro de 2017 peças 18:00 no Largo da Cabine Nº100, na Freguesia da Madalena.

Saudações em Cristo

Os irmãos da igreja Evangélica na Madalena


sábado, 4 de novembro de 2017

Na nossa imperfeição e na nossa fraqueza.


Somos humanos e Deus sabe disso.
Somos pecadores e Deus também sabe disso.

Não quero desculpar o nosso pecado, mas importa atentarmos para o olhar de Deus.

Vejamos o que diz A Bíblia no Salmo 103: 3-5; 8-14 - “É ele que perdoa todos os seus pecados e cura todas as suas doenças, que resgata a sua vida da sepultura e o coroa de bondade e compaixão, que enche de bens a sua existência, de modo que a sua juventude se renova como a águia. (…) O Senhor é compassivo e misericordioso, mui paciente e cheio de amor. Não acusa sem cessar nem fica ressentido para sempre; não nos trata conforme os nossos pecados nem nos retribui conforme as nossas iniquidades. Pois como os céus se elevam acima da terra, assim é grande o seu amor para com os que o temem; e como o Oriente está longe do Ocidente, assim ele afasta para longe de nós as nossas transgressões. Como um pai tem compaixão de seus filhos, assim o Senhor tem compaixão dos que o temem; pois ele sabe do que somos formados; lembra-se de que somos pó.”

Isto mostra-nos que Deus não está interessado em punir ou destruir, o que Nosso Deus quer é pôr de pé o abatido, levantar o caído, pôr o anel no dedo do filho que foi comer as bolotas dos porcos.

Provavelmente Deus não espera de nós perfeição, mas sim esforço. Pois, como diz o Salmo, “ele sabe do que somos formados, lembra-se de que somos pó”.

Deus conhece toda a nossa imperfeição, e compreende as nossas fraquezas. O que Ele não aceita é a acomodação. O verdadeiro cristão não é o que vence todas as batalhas, mas o que luta para vencê-las.

O Apostolo Paulo disse que quando estamos fracos é que somos fortes, pois o poder de Deus em nós aperfeiçoa-se na nossa fraqueza.
Esse é o momento em que nos viramos para o Deus e dizemos: “sozinho não posso”. E aprendemos a depender d’Ele. Nunca deixando, claro, de fazer a nossa parte.

As pessoas são imperfeitas, todos nós somos imperfeitos, a igreja é imperfeita. Se eu fosse a olhar para mim mesmo, jamais frequentaria uma igreja, pois sei quem sou e o quão distante estou do que deveria ser. 

Mas é exactamente a percepção que tenho quando olho para mim e vejo o quão falho e pecador sou que me faz olhar com compaixão para as falhas dos meus irmãos

E isto estimula-me a participar da comunhão. Pois nós, cristãos, somos sem excepção, um magote de pecadores que amam a Cristo, reunidos em assembleia para cultuá-Lo e ajudarmo-nos uns aos outros nas nossas fraquezas.

Não é porque há imperfeições no meio dos cristãos que vamos abandonar o culto a Deus. Compartilhemos as nossas experiências e apoiemo-nos mutuamente.


terça-feira, 31 de outubro de 2017

500 ANOS DA REFORMA

    OS 500 ANOS DA REFORMA!!!
    Um feito que mudou não só questões fundamentais da fé, mas que também trouxe outros benefícios a humanidade.

    Imagens de Jabesmar Guimarães

domingo, 29 de outubro de 2017

A RELIGIÃO VERDADEIRA

Qual a religião verdadeira? 
Existem várias religiões à face da terra: Cristianismo Judaísmo, Islamismo, Budismo, Hinduísmo  Espiritismo, etc. Mas ainda que algumas possam ter alguns fundamentos de bondade, são conduzidas por homens e para homens, pelo que estão viciadas nos seus caminhos.

Nós cremos no Senhor Jesus Cristo. A nossa "religião" é a Pessoa de Jesus Cristo.
A palavra religião significa religar (re+ligare) e, de facto, apenas o Senhor Jesus Cristo re-ligou o que estava separado, isto é, o Homem com Deus (1 Timóteo 2:5,6). É por isso que a nossa fé não se baseia nas tradições humanas ou em qualquer religião, mas nas Palavras do Senhor Jesus Cristo, tais como se encontram exaradas na Bíblia Sagrada, a única regra de fé espiritual em que fazemos pautar toda a nossa meditação e conduta de vida. 

E todos nós precisamos de Jesus Cristo para sermos salvos do pecado e consequente condenação.

Será que  é preciso mudar de religião para estar na verdade e ser salvo? 
Para entendermos esta questão analisemos os seguintes aspectos: Salvação, Salvador e Condição para obter a Salvação.
·      Salvação: Significa a libertação da escravidão do pecado e a adopção como filhos de Deus.
·       Salvador: Aquele que tem o poder de libertar uma pessoa do pecado e levá-la para o céu e livrá-la do inferno. O único que pode fazer isto é Jesus Cristo.
·    Condição para obter a salvação: Crer que Jesus é o único que pode salvar e aceita-lo como Salvador e Senhor, conforme o evangelho, a Boa Nova encerrada na Bíblia Sagrada.
Dada esta explicação fundamental,   podemos dizer que não é preciso mudar de religião, porque tão pouco é preciso ter uma religião. Apenas precisamos de pertencer ao nosso SENHOR JESUS CRISTO, fazendo assim parte da Sua IGREJA. Ora isto leva-nos a outra questão.

Com tantas autointituladas igrejas que por aí proliferam, qual a verdadeira igreja?
A verdadeira Igreja é aquela que crê, prega e vive os três pontos apontados acima.
Igreja que não prega a salvação não pode ser considerada correta.
Se prega a salvação e não afirma a Jesus como único Salvador, também não é digna de crédito.
Por último temos que levar em conta que mesmo pregando a salvação, dizer que Jesus é o Salvador, mas se não instruir os seus membros na palavra de Deus (a Bíblia Sagrada), ainda sim temos que rejeitá-la como igreja de Cristo.


Portanto a verdadeira igreja é a igreja de nosso Senhor Jesus Cristo. E então diríamos que quem não faz parte dela precisa de mudar para ser salvo.
Serão salvos apenas aqueles que fizerem parte da igreja de Jesus, aqueles que o receberem como Salvador e Senhor ... "a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;" [João 1:12]

Eu nasci nesta religião e vou morrer nesta religião.
Este é o lema de muita gente, mas é absolutamente necessário deixar-se mudar pela Palavra de Deus e entregar a vida a Jesus Cristo aceitando-o como Salvador e Senhor.

No início do séc. XVI, Martinho Lutero, que era padre, tentou alertar e corrigir os erros da sua religião, o que acabou por dar origem à chamada Reforma Protestante de onde surgiram as actuais igrejas evangélicas.
Não estamos a afirmar que todas as igrejas denominadas de evangélicas são verdadeira Igreja de Cristo, temos que ter muito cuidado com certos movimentos autodenominados evangélicos. Contudo desde a Reforma, existem muitas congregações que crêem na suficiência da Bíblia como regra de fé e prática, e Jesus Cristo como único e suficiente salvador.

Às vezes há a necessidade de fazermos mudanças fundamentais na nossa vida.
Todos precisamos de conhecer Jesus, aprofundar o conhecimento na palavra de Deus e no propósito que ele tem para a nossa vida.

Para ajudar nesta tarefa, convém-nos reunir em Igreja dedicada ao ensino da palavra de Deus, onde exista a oportunidade de perguntar, questionar e debater sobre as dúvidas acerca da Fé Cristã.

Nós reunimo-nos como Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, na Igreja Evangélica da Madalena, na Freguesia da Madalena em Vila Nova de Gaia, mas, muitas outras igrejas evangélicas também dedicam o seu tempo ao ensino da santa palavra de Deus, a Bíblia Sagrada

Talvez exista uma bem perto de si.
Se deseja saber mais acerca deste assunto, contacte-nos para: igrejaevangelicadamadalena@gmail.com